segunda-feira, setembro 12, 2005

cadeiras

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Respiro o sol da mesma maneira que olho as cadeiras à volta do mar, com um resto de luz na fundura dos olhos, um traço repetido sobre a pele. Se não fosse o corpo escondido quando as aves passam, podia experimentar a praia com as palavras. Mas é tempo para que o corpo se divida e se multipliquem as células, até se tornarem invisíveis nos objectos de mármore, nos bibelôs dos dias.
excerto de "estação suspensa"

4 Comentários:

Às 3:12 PM , Blogger Mandy disse...

Este comentário foi removido por um administrador do blog.

 
Às 3:18 PM , Blogger António Ferra disse...

aos visitantes do "funcionamento":
quando virem comentário excluído quer dizer que eu ainda não arrajei processo de vencer aqueles automáticos em inglês, espécie de praga. Ainda não sei o funcionamente de certas coisas...

 
Às 3:29 PM , Blogger António Ferra disse...

teste: Já consegui.

 
Às 7:21 PM , Blogger Tiago Alves disse...

Realmente são uma praga. Tambem acho que já me livrei deles la no telescopio.A fotografia esta muito engraçada. Faz-me lembrar algo que andei a ver quase todos os dias este verão, quando ajudava a arrumá-las, depois de uma noite de trabalho. Os meus pais têm uma pastelaria, já lhe tinha dito António? Penso que não. A proposito, andei a divagar pelo seu outro sítio. Está muito bom; não sabia que tinha tanta coisa publicada nem um curriculo tao vasto. Os meus parabens.

 

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